1. Tipos mais comuns de iscas naturais

Os pescadores experientes utilizam uma variedade de iscas naturais conforme o tipo de peixe e o ambiente da pescaria:

  • Minhoca (terra comum, californiana, gigante africana)

  • Camarão (fresco ou vivo)

  • Sardinha e lambari (inteiro, em pedaços ou vivo)

  • Isca de frango, fígado, coração (muito usada em pesqueiros)

  • Insetos (tenébrio, bicho-da-larva, gafanhotos)

  • Massas caseiras (feitas de farinha, fubá, queijo, essências)

2. Como preparar iscas naturais

Minhocas:
Mantenha as minhocas em terra úmida, de preferência a mesma terra onde foram coletadas. Pode-se usar uma mistura de terra vegetal com restos de folhas secas. Não molhe demais, senão elas apodrecem.

Camarões frescos:
Descasque se necessário, corte em pedaços e mantenha refrigerado. Se for usá-los vivos, transporte em baldes com água salgada e aeração (bomba de oxigênio simples, usada para aquário).

Lambaris e pequenos peixes:
Devem ser coletados com tarrafa ou vara telescópica e armazenados vivos em viveiros com água oxigenada. Para conservar mortos, limpe o peixe e mantenha no gelo, bem vedado.

Massas caseiras:
As massas devem ter uma consistência firme e homogênea. Use ingredientes que atraiam o peixe pelo cheiro (como baunilha, queijo ralado, essência de banana ou alho). Armazene em potes herméticos na geladeira, por no máximo 5 dias.

3. Como conservar as iscas vivas

Regras básicas reais aplicadas no dia a dia:

  • Evite agitar demais os baldes com iscas vivas no transporte.

  • Use gelo ao redor, mas nunca diretamente sobre as iscas.

  • Em dias quentes, troque a água a cada 2–3 horas.

  • Utilize bombinhas de oxigênio portátil ou aeradores improvisados (pilha ou USB).

  • Deixe os recipientes sempre em sombra e evite contato com o sol direto.